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A psicologia jurídica e forense no México tem suas raízes no século XX, quando a psicologia começou a ser vinculada ao sistema judiciário. As primeiras tentativas de aplicar a psicologia ao campo jurídico foram feitas nas décadas de 1940 e 1960, com avaliações psicológicas realizadas em processos judiciais, principalmente em áreas de avaliação da responsabilidade e culpabilidade criminal. Os primeiros psicólogos forenses atuavam em instituições psiquiátricas ou em colaboração com médicos legistas.
Nos anos seguintes, a disciplina começou a se consolidar com a abertura de programas de pós-graduação em psicologia e a criação de laboratórios de psicologia experimental e clínica. A demanda por psicólogos em tribunais, prisões e centros de reabilitação social aumentou. Durante esse período, começaram a ser definidos os primeiros protocolos para avaliação psicológica forense.
Na década de 1990, a psicologia jurídica foi formalmente estabelecida como um campo profissional. Foram criadas associações acadêmicas, como a Sociedade Mexicana de Psicologia Jurídica e Forense, e desenvolvidos programas de formação em psicologia aplicada ao direito penal, civil e de família.
No século XXI, a Psicologia Jurídica e Forense consolidou-se como um campo especializado. Universidades mexicanas (como a UNAM, a UAM e a BUAP) criaram programas de pós-graduação e de diploma na área. Além disso, a reforma da justiça criminal de 2008 — que introduziu o sistema adversarial e oral — fortaleceu o papel do psicólogo forense como perito, enfatizando a objetividade científica e a ética profissional.
Hoje, a Psicologia Jurídica e Forense no México abrange a avaliação psicológica de vítimas, réus, testemunhas e peritos; a intervenção em mediação e justiça restaurativa; e a investigação de fenômenos criminais e comportamentos delinquentes.


