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A psicologia jurídica e forense no Equador evoluiu de uma prática marginal para um campo interdisciplinar consolidado, especialmente a partir da década de 1990, com contribuições acadêmicas, institucionais e legislativas que fortaleceram sua presença no sistema judiciário.
Essa especialidade tem suas raízes na necessidade de incorporar o conhecimento psicológico à esfera judicial, particularmente em processos criminais, de família e trabalhistas. Embora suas aplicações iniciais tenham sido esporádicas e assistemáticas, o desenvolvimento institucional e acadêmico permitiu sua consolidação como disciplina especializada.
As primeiras abordagens entre psicologia e direito foram observadas nas décadas de 1970 e 1980, principalmente em contextos prisionais e de saúde mental. No entanto, não havia formação formal ou reconhecimento profissional específico. A formalização da psicologia jurídica no Equador começou na década de 1990 com a inclusão de conteúdo forense em programas universitários e a participação de psicólogos como peritos em processos judiciais. Unidades técnicas foram criadas em promotorias e varas de família. A partir de 2000, a formação acadêmica foi fortalecida com programas de pós-graduação e especialização. A Universidade Técnica de Babahoyo e outras instituições começaram a publicar pesquisas e manuais sobre psicologia forense, jurídica e criminológica. O papel do psicólogo forense foi incorporado ao Código Penal Orgânico Integral (COIP) como auxiliar do sistema de justiça.


Atualmente, a psicologia jurídica e forense é aplicada na avaliação de vítimas e agressores, na credibilidade de depoimentos, em danos psicológicos e em contextos de violência de gênero, infância e conflitos trabalhistas. Promove-se a ética profissional, a validação de instrumentos de avaliação e a formação continuada.


