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A psicologia jurídica e forense na Bolívia evoluiu de uma prática incipiente no sistema de justiça criminal para uma disciplina reconhecida em múltiplas áreas do sistema judiciário, com crescente institucionalização e formação acadêmica. Nas décadas de 1970 e 1980, psicólogos começaram a colaborar com o sistema judiciário, principalmente em avaliações de responsabilidade penal e perícias em processos criminais. A partir de 1990, a intervenção expandiu-se para incluir as áreas do direito civil, de família e trabalhista, especialmente em casos de violência doméstica, abuso infantil e disputas de guarda.
Em relação à formação acadêmica e à institucionalização, no início do século XXI, algumas universidades começaram a oferecer formação especializada em psicologia jurídica e forense, incluindo diplomas e mestrados. Posteriormente, foram desenvolvidos protocolos para avaliação psicológica forense, técnicas de entrevista e critérios éticos para a elaboração de laudos periciais. O papel do psicólogo perito consolidou-se no sistema judiciário boliviano, com atuação em tribunais, promotorias e defensorias públicas.
Áreas de atuação atuais:
Direito Penal: Avaliação da responsabilidade penal, credibilidade de testemunhas, elaboração de perfis criminais.
Direito de Família: Avaliação de vínculos afetivos, aptidão parental, risco psicossocial.
Gênero e Violência: Intervenção em casos de violência doméstica, abuso sexual e tráfico de pessoas.
Direito do Trabalho e Direito Civil: Avaliação de danos psicológicos, assédio no local de trabalho e conflitos organizacionais.
Avanços recentes:
Promove-se uma abordagem interdisciplinar, integrando psicologia, direito, medicina legal e serviço social.
Estão sendo desenvolvidos manuais e guias técnicos para a prática profissional, com ênfase em direitos humanos e perspectiva de gênero.
A psicologia jurídica boliviana participa de conferências internacionais, fortalecendo as redes acadêmicas e profissionais.


